1

1
O vento nunca levará a História e as memórias!

sábado, 19 de agosto de 2017

Alcobaça - Feira de S. Bernardo...é amanhã.



É a 1ª feira de S. Bernardo a seguir ao 25 de Abril de 1974.
Se compararmos com outros cartazes anteriores e talvez mesmo depois, nenhum se enquadrou melhor com os novos tempos que se viviam em Portugal.
Poderemos até dizer que este não era um programa da feira, mas antes...uma alegoria ao 25 de Abril.
Que se vê na imagem que nos elucide sobre a feira?!...nada, a não ser a palavra...feira!




Talvez um dos mais interessantes e apelativos cartazes a publicitarem a Feira de S. Bernardo.
Alcobaça tem como seu feriado municipal o dia 20 Agosto, e também nesse dia se inaugura e começa a sua feira que se estende por cerca de 8 dias.
Como todas as feiras, também a de S. Bernardo tem evoluído no tempo...modernizando-se(?!)...e indo a pouco e pouco substituindo o seu cariz de feira a mostrar o que da região é, para ir mostrando algumas situações que nada têm que ver com Alcobaça.
O cartaz da imagem está "montado" tendo como fundo uma reprodução da Chita de Alcobaça, que tal qual a famosa Ginja é um "cartão de visita" de Alcobaça.
Alcobaça começa a estar na "crista da onda", quando para além desta feira anual temos de acrescentar...os Doces Conventuais...os Pastéis de Nata!


Hélio Matias

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Nazareth...Praia de banhos

Verão de 1925


Esta é a praia da Nazaré de há muitas décadas!
Muita gente como de costume...uma beira mar superlotada e as barracas mantendo um estilo que ainda hoje se mantém...simplesmente deixaram de ser "obrigatoriamente" em branco, para se vislumbrarem hoje num multicolorido que talvez quebre um pouco a monotonia visual da paisagem.
Na imagem debaixo e no início da barreira do Sítio, parece já estar instalada a casa de madeira onde um fotógrafo fazia as delícias da família...para mais tarde recordar...
Na imagem de cima um aspecto mais abrangente com um movimento enorme numa zona que era reservada no Verão aos barcos e apetrechos de pesca, "lá ao Sul"...atente-se na riqueza que a Nazaré desfrutava por esse tempo...1925!
Era um pouco assim!...

Hélio Matias

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Rotunda que faz diferença...em Alcobaça



Procurei "dar" um pouco mais de espaço à 1.ª foto, para nos possibilitar fazer o confronto com a outra que terá menos 100 anos!
Para além da urbanização envolvente...da presença dum portão de acesso ao Hospital...a ausência da rotunda é talvez a grande diferença!
Diferença(?)...mas se nem um simples automóvel está à vista...para quem era ela?
Tempos muito...muito dispares!


Hélio Matias

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Entreter pessoas


Há muitas vezes a dificuldade de conseguirmos passar a outrem uma mensagem e descortinar o modo de as interessar!
Só nos resta...ouvi-las!

in Público


Hélio Matias

Regimento de Artilharia - Alcobaça


Por alguns comentários e pedidos que leitores deste blog me fizeram chegar, coloco mais alguns "apontamentos" sobre a presença de forças militares em Alcobaça.
Em 31 de Outubro de 1844, por decreto foi criado em Alcobaça o Regimento de Cavalaria 9, o qual permaneceu cerca de quinze anos e deixou "saudades" na vida Alcobacense!
Depois estiveram aquartelados os Regimentos de Artilharia 1 e 2 e o Regimento de Cavalaria 4.
Há notícias ainda que em 11 de Janeiro de 1919, oficiais revoltosos do Regimento de Artilharia 1, aquartelado em Alcobaça, juntamente com civis armados, tomaram conta do quartel, prenderam o comandante e alguns oficiais, e seguiram para Santarém a fim de se juntarem a um movimento revoltoso de influência monárquica.
A imagem mostra um desfile do Regimento de Artilharia.
É uma perspectiva não muito referenciada de Alcobaça...e é pena!

Nova, Bernardo Villa e Nova, Silvino Villa - Breve História de Alcobaça


Hélio Matias

domingo, 13 de agosto de 2017

Nazaré...Viagem!


Lavadeiras que estão a chegar à Nazaré...vêm do rio de Longe a 5 Kms.
Este postal circulou de Alcobaça para França em 8 Agosto 1964.

Começou de certeza e logicamente, por ser um centro de atracção turística com âmbito regional...estendendo-se desde sempre à grande "colónia" Ribatejana (muitas famílias fixaram-se em definitivo na Nazaré).
Mas as décadas de 1950/1960...marcam a "internacionalização" turística da Nazaré e aqui...os Franceses são sem dúvida os grandes "contribuintes"!
Lógico também que os bilhetes postais tenham circulado em maior percentagem  para  França.
Periodicamente irei "perseguir" estas viagens "aqui"!

Barco da Arte xávega a entrar no mar.
Este postal circulou da Nazaré para Lisboa em 15 Outubro 1947

Hélio Matias

Caldeirão tomado aos Castelhanos - Mosteiro de Alcobaça

Caldeirão que se encontra na Sala dos Reis do Mosteiro de Alcobaça.
A quando da batalha de Aljubarrota, foram tomados aos Castelhanos 3 caldeirões, que serviriam para a confecção de comida para o invasor.
No caldeirão maior, quando estava na cozinha do Rei de Castela, conseguia-se fazer comer para cerca de 293 criados do rei.
Segundo M. Vieira Natividade, quando mostraram a Filipe III os caldeirões tomados em Aljubarrota, um dos fidalgos espanhóis aconselhou o rei a que os fundisse e mandasse fazer sinos...de que o próprio Mosteiro precisava.
Respondeu o rei:
"Deixai-os estar, porque se assim ainda fazem tanto "barulho", sob a forma de sinos ficaríamos surdos: Deixai-os estar, porque são os troféus por onde um verme pode mostrar que pode subjugar um leão".
Há uma "leitura heróica" que a História não quis deixar perder!
Mudaram-se os tempos e...os caldeirões até já caíram em desuso!

Nova, Bernardo Villa e Nova, Silvino Villa - Breve História de Alcobaça

Hélio Matias

Dinossauros "dizimados" por meteorito e vulcões

 
Representação artística de um impacto na Terra capaz 
de causar uma extinção em massa

Dinossauros uma áurea que "preenche" o imaginário das pessoas, é hoje mais do que nunca uma incógnita que o homem procura solucionar, face à descoberta todos os dias de novos e intrigantes fósseis destes "monstros".
Quando existiram...porque desapareceram...como desapareceram!?
É precisamente para tentar resolver este enigma que um novo e actual documento cientifico foi publicado nas páginas do Público a 2 de Outubro de 2015.
Um bom momento para reflectirmos...como terá sido?

O debate sobre a causa da extinção em massa da vida na Terra, há 66 milhões de anos, dura há décadas. Agora, novos resultados podem permitir reconciliar as duas explicações rivais.

Hoje em dia, o cenário mais geralmente aceite para explicar o desaparecimento dos dinossauros, há 66 milhões de anos, é que um asteróide – ou um cometa –, embateu no nosso planeta, criando a enorme cratera de Chicxulub, no Iucatão (México) e mergulhando a Terra numa densa nuvem de poeiras – um “inverno” global que exterminou árvores, plantas, animais.
Porém, há também quem proponha um outro cenário, argumentando que terá sido a actividade vulcânica intensa, também patente naquele período, a responsável pelo cataclismo ecológico. Para os defensores desta explicação alternativa, os materiais e os gases expelidos pelos vulcões terão sido, por si só, suficientes para bloquear a luz do sol à escala planetária durante muito tempo.
O debate dura há 35 anos, mas agora, uma equipa internacional que inclui especialistas dos EUA e da Índia apresentou novos dados que sugerem que, na realidade, foi o conjunto desses dois eventos globais que esteve na origem da extinção de pelo menos 75% das espécies terrestres e marinhas que existiam na altura. Os resultados foram publicados esta quinta-feira na revista Science.
“Os nossos dados não provam conclusivamente que foi o impacto [do meteorito] que provocou estas mudanças, mas a ligação entre os dois fenómenos parece cada vez mais clara.”  
O co-autor Mark Richards, da mesma universidade – e o cientista que inicialmente propôs a ideia de o vulcanismo do Planalto do Decão ter sido “reacendido” pelo impacto de um asteróide ou cometa –, não tem elementos para afirmar qual dos dois eventos terá constituído a verdadeira sentença de morte para grande parte da vida na Terra. Mas “se as nossas datações de alta precisão continuarem a aproximar cada vez mais os três acontecimentos – o impacto, a extinção e o grande pico de vulcanismo –, as pessoas vão ter de aceitar a possibilidade de estarem ligados”, salienta. Seja como for, conclui, “o cenário que estamos a propor – que o impacto desencadeou o vulcanismo – reconcilia de facto o que até agora parecia ser uma inimaginável coincidência”.

in Público



  
                                                          Hélio Matias                                     

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Igrejas dos Coutos de Alcobaça


A igreja matriz era também chamada por igreja paroquial.
Os templos das aldeias como as antigas catedrais, são orientadas na direcção Este-Oeste, de modo a que os fiéis ficassem voltados para o Sol nascente..
A igreja matriz era o centro da comunidade, geralmente pintada de branco, sendo o acesso feito por alguns degraus (poucos), que servem de limite entre o espaços sagrado e profano.
O adro era um espaço de e para, convívio dos paroquianos.
As terras de Cister têm no seu âmbito muito mais igrejas...estas são somente um pequeno exemplo!




in Marques, Maria Zulmira Albuquerque Furtado, Entre a Serra e o Mar

Hélio Matias

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Sol "contraria" Galileu?!


Certamente o fotógrafo ontem em Málaga teve a sorte pelo seu lado, ou...o Sol contrariou a teoria de Galileu!
Entre estes blocos de apartamentos o Sol parece que estava à espera que alguém o fotografasse, e a ilusão é como estivesse a preparar-se para "seguir o seu caminho" escondendo-se por detrás dos prédios...lá se ia a teoria do Galileu!....
Calma, nada disso é verdade, o fotógrafo é que teve a paciência de esperar o momento exacto em que a "posição" se verificou antes da Terra se "chegar um pouco para lá"!
E então...clique...olha o passarinho".

in Público

Hélio Matias

Anjo da Guarda e comboio


Na rua Prof. Arlindo Varela, 27 ainda existe este sugestivo painel de azulejos.
É sugestivo porque a casa foi pertença dum Chefe da Estação do Caminho de Ferro, também no Valado, e porque há bastantes décadas era um pouco frequente acontecerem desastres quando alguém atravessava a linha sem as devidas precauções.
Duplamente explicado o mote e a localização.
Quando hoje se discute tanto a implantação de comboios rápidos...convém não esquecer que hoje a linha que passa no Valado apresenta menos segurança!
A única que vislumbramos continua a ser a que o painel da imagem sugere: Pare...Escute...Olhe!


 
Hélio Matias

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Alcobaça...antigo Rossio


Favor de clicar sobre as imagens para aumentar.
Nem sempre o Rossio de Alcobaça...ampla praça (hoje denominada 25 de Abril) teve a mesma fisionomia!
Melhor ou pior...depende da perspectiva e gosto de cada um.
Na imagem de cima vê-se o Mosteiro...um pouco à nossa direita o Jardim Escola João de Deus e...mesmo à nossa direita as obras de construção da Estação dos Correios.
Das 2 construções, parece-me que pelo menos a Igreja Nova poderia ficar, já que seria possível no mesmo Rossio ter disponibilizado outro espaço para os Correios, foi pena e...perdeu-se mais um monumento.
Em 20 de Setembro de 1915, a Câmara Municipal de Alcobaça deliberou que se procedesse à demolição da Igreja Nova, para que aí surgisse uma nova edificação para escola feminina, museu e biblioteca...mas o que aconteceu foi a inauguração da estação dos Correios em 15 de Agosto de 1938!
Rossio...Praça Pública...espaço de todos...ou de todos os gostos!

Igreja Nova à direita

 Demolição do Jardim Escola João de Deus


                                                                          Demolição da Igreja Nova

 Nova, Bernardo Villa e Nova, Silvino Villa - Breve História de Alcobaça



Hélio Matias

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Luís XVI



Sem conseguir evitar a revolução de 1789 e depois de ter tentado fugir para o estrangeiro, a 20 de Junho de 1791, Luís XVI e a família encontram-se presos em Paris, sem saber que destino lhes daria o novo Governo.
A 3 de Dezembro de 1792, Robespierre exige a execução do rei deposto, de maneira a legitimar a revolução e cria, para a ocasião, a expressão "crime contra a humanidade".
Por seu lado, o moderado Marat declarava: "Eu não acredito numa república que não queira a cabeça de Luís em cima dos seus ombros". Contudo, alguns dias depois, o futuro do rei, de 38 anos, era discutido pelos deputados na Convenção, a assembleia nacional, que o acusava de traição. 
Por um lado os moderados queriam salvar o prisioneiro, por outro os jacobinos extremistas reclamavam a execução imediata, sem julgamento. Mas a maioria recusou.
A18 de Janeiro de 1793, a Convenção considera Luís culpado - dos 721 votos, 361 exigem a morte imediata e o resto divide-se entre pena de morte suspensa e outras penas. No dia seguinte, há uma nova votação para decidir sobre a pena suspensa, esta é rejeitada por 383 contra 310 votos. 
A 20 de Janeiro é proferida a sentença de morte e Luís XVI faz três pedidos: que a pena seja adiada; a permissão para se confessar e para estar com a família. Só o primeiro pedido foi rejeitado e, no dia seguinte, o monarca deposto é escoltado em direcção ao cadafalso e, alguns segundos depois, o carrasco mostra ao povo a cabeça ensanguentada...o símbolo da revolução vitoriosa.

in Público

Hélio Matias 

Pão de ló...Alfeizerão


A tradição diz que a receita do pão-de-ló de Alfeizerão tem a sua origem no Mosteiro de Stª. Maria de Cós, convento cisterciense feminino fundado no século XII por D. Fernando, abade de Alcobaça em Cós, a alguns quilómetros de Alcobaça.
Quando das perseguições às ordens religiosas e consequente encerramento do convento no início do séc. XIX algumas freiras ter-se-ão refugiado em Alfeizerão e transmitido a receita a senhoras da terra.
Alfeizerão é a terra natal do fidalgo e cavaleiro Vitorino Froes, amigo do rei D. Carlos que aqui vinha frequentemente, passando temporadas entre a quinta de Alfeizerão e uma casa em S. Martinho do Porto.
"Bon vivant" na sua mesa nunca faltavam as melhores iguarias como ao rei pertencia. O pão-de-ló era uma das mais apreciadas e, agora entramos no domínio da lenda e de mais umas das pequenas «estórias» da culinária: numa das vezes que a corte veio para estas paragens, o nervosismo era tal que a cosedura do bolo ficou incompleta dando-lhe a sua peculiar consistência e aspecto. O rei e restante corte elogiou tanto tamanha iguaria que, a partir daquele dia nunca mais se deixou de fazer assim!
Assim chegámos ao actual pão-de-ló de Alfeizerão, bolo de convento que passou para a mesa do rei e para os leilões da igreja sempre que havia festa ou acontecimento importante.
Desde 1925 é comercializado em casa própria e respeitando a tradição, continua a ser apreciado por presidentes e outros ilustres clientes que associam Alfeizerão ao afamado pão-de-ló e...à sua CASA DO PÃO-DE-LÓ DE ALFEIZERÃO


in www.portugal.gastronomias.com

Hélio Matias

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

domingo, 6 de agosto de 2017

Gosta de bacalhau?



Faina difícil!
Solitária!
Em condições climáticas extremas!
Meses sem contacto com a família!
Uma vida de dificuldades, a dos pescadores do bacalhau.
Os portugueses tornaram-se os maiores consumidores de bacalhau do mundo, chamando-lhe carinhosamente "fiel amigo". Este termo dá bem uma ideia do papel do bacalhau na nossa alimentação...mas "fiel", só no prato!



O bacalhau-do-atlântico (Gadus morhua) existe no Atlântico Norte e no Árctico e é a espécie de bacalhau tradicionalmente consumida em Portugal. Os portugueses começaram a pescar bacalhau no século XVI. Durante o século XX houve um grande impulso a esta pesca e a frota portuguesa de pesca de bacalhau chegou a ter 100 navios. Hoje está limitada a 13 arrastões. Actualmente, uma parte do bacalhau consumido em Portugal é importada, vindo a maior parte do Canadá. Outra parte é pescada por navios portugueses no Árctico, na Noruega e no Atlântico Nordeste.
Na região da Terra Nova e do Labrador há águas pouco profundas, o que permite cadeias alimentares muito ricas. A abundância de bacalhau nesta região é historicamente conhecida. Quando os navegadores portugueses no final do século XV chegaram à Terra Nova chamaram-lhe a Terra do Bacalhau. No entanto, no século XX as populações de bacalhau nesta zona sofreram um grande declínio, tendo sido até considerado um exemplo dos efeitos negativos da má gestão e de pesca excessiva das reservas piscatórias.
As populações de bacalhau da Terra Nova e do Labrador já foram uma das mais importantes reservas de pesca do mundo, mas entraram em colapso nos anos de 1990 devido à pesca excessiva e à má gestão. Este declínio levou à proibição da pesca do bacalhau em vários locais na costa do Canadá.
Ao fim de duas décadas de declínio, o stock de bacalhau-do-atlântico na região da Terra Nova e do Labrador está a dar sinais de recuperação, indica um estudo publicado recentemente na revista científica The Canadian Journal of Fisheries and Aquatic Sciences. A população de bacalhau passou de dezenas de milhares para centenas de milhares de toneladas ao longo da última década, e continua a crescer, o que é considerada a mais importante recuperação de uma reserva de peixe a nível mundial.
Foi em 2003 que se começou a verificar uma ligeira melhoria, atingindo as 5000 toneladas. E, a partir de 2007, tem-se observado um aumento progressivo ao longo dos anos, passando das 17.000 toneladas existentes naquele ano para 238.000 toneladas em 2014. Ainda assim, continua abaixo das 650.000 toneladas, o limite mínimo para permitir a pesca do bacalhau na zona.
Se se mantiver o crescimento dos últimos anos, em poucos anos poderá ultrapassar as 650.000 toneladas de animais em idade de reprodução [limite determinado pelo Departamento das Pescas e dos Oceanos do Canadá, abaixo do qual a pesca deve ser inexistente ou muito limitada]. Mas se o crescimento abrandar, poderá demorar muito mais.”


Pescadores sozinhos a pescar nos dóris

http://lugardoreal.com 
in Público

Hélio Matias